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PRESERVAÇÃO AMBIENTAL E RESPONSABILIDADE SOCIAL |
Por Vinicius Moutinho
Não é incomum encontrarmos na mídia a idéia de associar indistintamente a indústria madeireira á degradação ambiental.
Um dos trabalhos da MOUTINHO MADEIRAS tem sido uma forte atuação na mudança da imagem negativa da indústria madeireira. Queremos mostrar que é perfeitamente possível a exploração sustentável da floresta, já que só assim teremos garantia da continuidade de nosso negócio. A sociedade precisa conscientizar-se de que é perfeitamente possível uma economia fortalecida com um setor que tem a madeira como insumo principal sem que isso represente a degradação da natureza.
Nós como madeireiros, aprendemos desde muito cedo a conhecer e respeitar essa natureza com a qual passamos a conviver diariamente e de onde tiramos nosso sustento. E é por isso que nos interessa muito preservá-la também.
Vale lembrar que o ciclo da natureza começa assim:
...Existe uma árvore que nasce primeiro (nós chamamos de arvore mãe), dela caem as sementes que darão origem a novas arvorezinhas que crescerão a sua volta. Como a árvore mãe é maior, mais alta, faz sombra as demais comprometendo o seu crescimento. Chega um momento, porém, que o solo não suporta mais. Ela morre, entra em decomposição e cai agregando ao solo seus nutrientes. As arvores que estavam à sua sombra e com o crescimento comprometido, passaram a receber mais sol e a crescer mais fortes, recriando assim a cadeia da vida.
Existe uma lei do IBAMA / INCRA que determina: toda a propriedade rural deve manter entre 20 a 80% de floresta nativa em sua área.
O desmatamento é feito sempre com a intenção de formar lavouras, pastos, cidades, estradas que são extremamente necessários para nosso desenvolvimento.
Há vários tipos de desmatamento, três em destaque:
1. CORTE RASO: limpar o terreno para pasto ou agricultura;
2. CORTE SELETIVO: só é permitido o corte de determinadas espécies;
3. MANEJO SUSTENTÁVEL: é o que nós madeireiros defendemos. Trata da retirada tão somente de espécies autorizadas e adultas. O manejo proteje árvores porta sementeiras (gerão novas arvores); imunes a corte (seringueiras); e as corte futuro (que ainda não atingiram idade adulta)
Toda vez que o IBAMA (instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) autoriza o corte de madeiras é condicionado ao reflorestamento. Não existe extração sem reflorestamento.
Portanto, prescisamos entender que existe uma lógica e um momento certo para o corte de árvores, que quando são obedecidos, não acarretam prejuízo a natureza, pelo contrario, contribuem para sua preservação e continuidade
NÃO É DEIXAR DE FAZER, É FAZER CERTO MANTENDO O EQUILÍBRIO.
DESSA FORMA ESTAREMOS PRESERVANDO A FLORESTA PARA SEMPRE, RESPEITANDO SEU CICLO.
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